O número de processos trabalhistas com débitos consolidados vinculados ao suplente de deputado federal Paulo Marinho Júnior e à Faculdade do Vale do Itapecuru, em Caxias, aumentou em menos de um ano, segundo documentos da Justiça do Trabalho.
Certidões emitidas pela Vara do Trabalho de Caxias indicam que, em 2025, havia quatro processos com débitos já reconhecidos e não quitados. Em 2026, o total chegou a 13 ações na mesma unidade judicial. As certidões positivas apontam inadimplência em condenações ou acordos definitivos, ou seja, valores reconhecidos por decisão judicial transitada em julgado ou por acordo homologado e ainda não pagos.
Ex-colaboradores da instituição relatam atraso no pagamento de salários e de verbas trabalhistas já reconhecidas judicialmente. Diante da inadimplência, trabalhadores acionaram mecanismos de execução para tentar garantir o recebimento dos valores fixados pela Justiça.
Entre os pedidos apresentados está a possibilidade de bloqueio de parte do salário parlamentar de Paulo Marinho Júnior para quitação das dívidas. As ações tramitam na fase de execução na Vara do Trabalho de Caxias, onde constam débitos pendentes vinculados aos processos.

