MP se ausenta em audiência sobre aterro em Rosário

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A ausência de representantes do Ministério Público em audiência pública sobre os impactos do aterro sanitário da Titara, em Rosário, chamou atenção de moradores e entidades que acompanham o caso. O encontro, realizado no último dia 18 pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, discutiu problemas provocados pelo empreendimento, principalmente o mau cheiro relatado por famílias da região.

Durante a audiência, participantes também cobraram providências sobre a morte de três trabalhadores em anos anteriores e citaram relatório do Ministério Público do Trabalho que teria apontado 20 irregularidades relacionadas ao caso. Segundo moradores, até agora não houve denúncia ou responsabilização dos envolvidos.

Outro ponto levantado foi a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público contra a Titara, que segue sem desfecho há quase dois anos. Lideranças comunitárias afirmam que sucessivos prazos e tentativas de conciliação têm prolongado o processo, enquanto a população continua convivendo com os impactos do aterro.

Diante da situação, entidades que representam famílias da região e atuam na defesa ambiental avaliam levar o caso à Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ).

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