Liderados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, pelo deputado federal Márcio Jerry e pelo deputado estadual Othelino Neto, comunossocialistas se reuniram nesta terça-feira (23), em São Luís, para confraternizar e projetar a própria sobrevivência política em 2026.
Após cerca de sete anos no comando do Palácio dos Leões e quase três anos fora do poder, o grupo tenta se reorganizar para o próximo ciclo eleitoral. O esforço ocorre em um cenário de esvaziamento contínuo, distante da força exibida quando detinha o controle do governo estadual.
Há um ano, o campo ainda ostentava alianças relevantes, como os irmãos Braide, celebrava adesões e vendia a ideia de protagonismo duradouro. Desde então, perdeu quadros, espaço e capacidade de articulação. Desta vez, nomes que simbolizavam musculatura política simplesmente não apareceram.
Hoje, o grupo se resume a desafetos do governo Carlos Brandão e a ressentimentos acumulados. O risco já não é apenas eleitoral, mas o de caminhar para a irrelevância em 2026.

