Ainda que tenha conseguido o aval do presidente nacional do partido, Edinho Silva, à sua pré-candidatura, o vice-governador Felipe Camarão (PT) segue encontrando resistências dentro da legenda no Maranhão. Declarações públicas de lideranças estaduais reforçam que não há consenso sobre o cenário eleitoral no estado.
A presidente estadual do PT, Patrícia Carlos, afirmou que o centro da tática petista é a eleição de Lula e que, para isso, não pretende dispensar aliados. “É natural (…) que tenhamos palanques duplos ou até triplos nos estados”, disse.
O ex-conselheiro do TCE, Washington Oliveira, outro petista de alto coturno, defendeu que “a prioridade desta eleição é a reeleição do presidente Lula, a eleição de senadores e deputados federais”, acrescentando que rejeitar candidaturas alinhadas ao presidente seria “um grande equívoco”.
Já a ex-diretora do IEMA e pré-candidata a deputada estadual, Cricielle Muniz, compartilhou conteúdo envolvendo o pré-candidato Orleans Brandão (MDB), mesmo após a sinalização nacional em favor de Camarão, evidenciando diferentes correntes internas na sigla.

