Nos últimos dias de sua gestão na presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão, o desembargador Froz Sobrinho teria conduzido uma reunião que teve como objetivo analisar a rescisão contratual do órgão com o Banco de Brasília (BRB), responsável pela administração de depósitos judiciais que giram em torno dos R$ 3 bilhões. O assunto, no entanto, não foi adiante.
O encontro a portas fechadas teria acontecido em 16 de abril, quando Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso na quarta etapa da operação Compliance Zero.
No mesmo dia, Diogo Ilário de Araújo Oliveira, então Diretor Executivo de Atacado e Governo do BRB, foi desligado da instituição. Foi ele o representante do Banco a assinar o contrato com o TJ maranhense, em agosto de 2025.
Empossado na semana passada, o atual presidente do TJMA, desembargador Ricardo Duailibe, afirmou em entrevista que fará a análise de todos os pontos do contrato e que, se verificados descumprimentos, irá rescindir o acordo.

